Que o Oscar é uma grande palhaçada, qualquer um que já acompanhou algumas das premiações já sabe, mas o que me impressiona é que por pior que as premiações críticas e populares, cada uma com seus pobres atrazos sociais e intelectuais, se tornam sempre uma referência importante. Basta um filme ser indicado a um Oscar, e ele volta aos cinemas nas semanas anteriores mesmo que não tenha passado nem por uma semana - e o pior, claro, o povo vai assistir porque foi nomeado ao Oscar, afinal, levam a sério o que os velinhos que não tem a mínima identidade pensam ... pensam?
Estes prêmios tem um problema grave que é a falta completa de identidade: arte ou entretenimento, o que prestigiar? Você pode ter coisas fantásticas artisticamente que não servem nem de longe para entretenimento. Do que me adianta as melhores direções, enredos, visual e atuações se o filme é intrinsicamente chato, arrastado e entediante? Por outro lado, com alguns trocados, uma boa idéia e atuações no mínimo convincentes, você pode fazer a audiência pular na cadeira, torcer, chorar, rir e querer assistir novamente. Não importa que o "monstro" seja de papel crepon ou de CGI-3D, o que importa é se FUNCIONA em entreter a pessoa.
Bom filme, é aquele que você entra e sai e pergunta "já acabou? queria ver mais! será que tem continuação? o que será que acontece em seguida!?". E isto, meus amigos, não vai ser um arrogante na cadeira que vai definir.
Assistindo (Até então, pois "ejetei" da cadeira com este comentário) estava acompanhando a pseudo-transmissão na Globo (cujos comentaristas começaram uma infantil e ridícula "competição" com placar de quantos Oscars "Avatar" e "The Hurt Locker" - nem pensem em discutir as traduções retardas que inventam no Brasil ... The Hurt Locker = "Guerra ao terror" ... credo) era uma pérola da ignorância e arrogância atrás da outra. A primeira foi a contestação de que Avatar merecia o prêmio de cinematografia porque era computação gráfica e "cibernética" (haja ignorância). Leigos tem a mania de achar que a computação gráfica é algo SIMPLES de se fazer, e portanto, não merece crédito. Paciência, ignorância é uma benção. Mas 3 neurônios juntos conseguiem entender que a computação gráfica existe a mais de 15 anos e só agora esta começando a "enganar de verdade" o público e a fazer imagens belas. Fácil? São equipes enormes, com phD em diversas áreas desde arte até T.I, arte gráfica, e muita ... muita experiência, para tentar concorrer com um cineasta com uma câmera analógica e um bom olho para iluminação. Não existe NADA mais óbvio que filmes como Avatar, que deixam o telespectador de boca aberta com a beleza visual, ganhe estes prêmios.
Mas esta não foi a maior besteira: tive que ouvir uma das coisas mais imbecis que já ouvi: dois zé ninguém que não sabem o que falam discutindo qual seria o "futuro" do cinema perante um Oscar onde existem filmes milionários e tecnológicos, e outros de baixo custo e simples. E então me vem a bomba: "será que vão ser filmes aparentemente inteligentes como Avatar?"
Aparentemente Inteligentes?
Amigo, o que um enredo inteligente tem com ARTE ou com ENTRETENIMENTO? Quer dizer que o melhor filme do século seria um documentário técnico sobre a vida de Einstein?
Estas premiações a muito que falham miseravelmente em acertar o que realmente importa no cinema: vou me repetir, porque os velhos cadeirados que votam nestas premiações são mais teimosos que caneta sem tinta tentando escrever: ENTRETENIMENTO. As pessoas se divertem, então é um filme de sucesso, PONTO FINAL. Se as pessoas fossem ao cinema para pensar e "aprender algo" com "mensagens escondidas" estaríamos perdidos. As pessoas vão ao cinema para se entreter, para se divertir e relachar. Nada melhor que um "Missão Impossível" ou "Homem Aranha", filmes totalmente sem nexo e nenhuma pretenção de estimular o intelecto do espectador, para atingir este ponto. Desde quando você vai no cinema para PENSAR e ainda por cima LEVAR UMA LIÇÃO DE MORAL? é a decadência máxima querer que estes sejam os objetivos de bons filmes: para isto existe a VIDA meu amigo. Aprenda a VIVER no seu dia a dia, DIVIRTA-SE no entretenimento. Se existir uma mensagem, ótimo - desde que ela não o faça se sentir na escola.
E o que dizer, ignorando comentaristas e pseudo-críticos a parte, do ridículo Lobby que temos nestes prêmios? O "politicamente correto" dando prêmios para pessoas e filmes inferiores, e intrigas infantis tirando prêmio dos que merecem. Pouca gente não sabe de alguns dos preconceitos das premiações:
1. Mulher bonita não ganha. Pensam eles, provavelmente, "porque mulher bonita atrai pela beleza e não atuação". A maioria das belas atrizes que ganharam algum prêmio, ganharam fazendo papel de FEIA.
2. Ficção científica e ação não ganham prêmio, "porque são considerados "populares", "sem enredo", "ficções" e pior, infantil (o mundo faz-de-conta sempre é tido como infantil)". Até hoje, nenhuma ficção ganhou um Oscar ... e não tenha dúvida, "Contato" deveria ter ganho o prêmio de melhor filme, de longe ... mas era ficção, baseada em um cientísta e escritor ... nunca ganharia.
3. Desenho/animação não ganha, pensma eles que "é para criança, é infantil e ingênuo". Pelo amor de Deus, o melhor filme de 2008 foi Wall-E, sem disputas. Mas era animação, não ganha.
Estes ignorantes que não sabem se prestigiam arte, cultura ou entretenimento acabam em um meio termo cheio de intrigas e preconceitos, não respeitam crítica nem público, dão o prêmio a quem bêm entenderem enquanto tentam manter uma imagem de imparcialidade e justiça. Mas é assim mesmo que qualquer grupinho que JULGA trabalha, o pior não é isso, o pior é o infeliz que leva a sério ser nominado ou ganho um prêmio.
E enquanto escrevo isto, na sala ouço os comentários cretinos de que este ou aquele filme "concorrem" por um filme...
Não existe concorrência, são obras de entretenimento, feitas para entreter, não é um esporte. Cada um tem seu gosto, cada um assiste o que quer, se agradou muita gente, é um entretenimento melhor. Parem de tratar um filme como um carro de fórmula 1.
Até a arte e entretenimento humano são sérias vítimas da hipocrisia por parte dos pseudo-juízes e pseudo-críticos, e finalmente, dos ignorantes que levam eles a sério.
O mundo estaria muito melhor sem PREMIAÇÃO, COMPARAÇÃO ou JULGAMENTOde qualquer tipo.
p.s.: Este artigo foi escrito antes do final do Oscar ... e no final Avatar não levou nem o de diretor. Como o filme que mais agradou e encantou pessoas no mundo inteiro tanto por sua criatividade, beleza e entretenimento, não é prestigiado com NADA? E tem gente que leva o Oscar a sério!

Uma grande questão que não sai de minha cabeça é: porque não usamos ainda energia Eólica (do vento)?
Sim, porque pode até parecer que a turbininha ai na foto não serve para muita coisa, mas que tal: mesmo com tecnologia antiga, uma turbina destas gera 2MWh (2 MegaWatt/h), o equivalente ao que cerca de 400 casas utilizam. Uma turbina de tecnologia mais avançada pode gerar até 7MWh e existem pesquisas para aumentar muito este valor. Imagine, uma torre destas (a pá tem cerca de 5m, o diametro total é de 10m) poderia alimentar facilmente dois prédios comerciais de 100 andares.
Agora, se estas turbinas podem gerar tanta energia limpa e praticamente de graça (as estimativas atuais são deque uma turbina de vento "se pague" em menos de um ano, depois disso é só lucro até o fim da vida útil, que geralmente passa dos 20 anos - a manutenção é considerada inexistente), porque não vemos mais uso para elas?Em 2009, apenas 1.5% da energia gerada no mundo é fornecida por turbinas de vento, sendo que a cada ano desde 2005 o potêncial instalado vem aumentando em cerca de 30%, o custo de compra e instalação de uma turbina moderna é de cerca de 4 (quatro) milhões de reais. Pode parecer muito, mas considerando que ela se paga em um ano, não é necessariamente um gasto.
A razão são várias, mas dificilmente justificam a falta de energia.
Primeiro existe o aspecto tecnológico e financeiro: se os números citados impressionam, devemos lembrar que são valores recentes. A 30 anos o custo de uma turbina era até 5 vezes maior, e não se tinha muito idéia da expectativa de vida de uma turbina, nem da consistência de energia. A tecnologia também era inferior: era necessário mais vento para a turbina entrar na velocidade mínima para produção de energia, sendo que hoje em dia existem turbinas que já começam a operar com ventos considerados fracos, de 3m/s. Isto sozinho ilustra porque somente nos últimos anos o uso de turbinas de vento tem subido, mas é esperado que nas próximas decadas seja a fonte de energia mais instalada: conforme unidades de outro tipo, como de carvão, termoelétricas ou nucleares fiquem velhas, a instalação de turbinas de vento para substituir a velha geração já é considerada mais barata do que o concerto ou construção de uma nova.
O segundo aspecto infelizmente é a área e localização: não adianta amontoar várias turbinas juntas, pois o vento que passa por uma tem sua velocidade reduzida e portanto não é mais útil. Existe um espaço mínimo entre turbinas para que elas gerem o máximo possível de energia, impedindo "amontoar" turbinas (por isso quando vemos fotos de "wind-farms", ou "fazendas de vento", notamos que cada turbina esta distante uma das outras), e também existe o óbvio problema de que nem todo local é adequado: é necessário que existam bons ventos o ano inteiro. Não adianta instalar uma turbina de vento em um local que não venta.
Outro aspecto é o fato da energia eólica não ter nenhum sistema direto de reserva ou controle: o vento passa, a energia é gerada, e deve ser consumida. Você não pode "jogar mais lenha", "abrir uma comporta" ou "apertar um botão" para criar mais energia, e muito menos pode fazer nada se o vento começar a ficar lento e portanto a energia cair. Portanto várias outras tecnologias tiveram que ser desenvolvidas para tornar a eólica útil: como armazenar energia extra para ser usada quando não tiver vento? o que fazer om energia excedente? o que fazer quando existirem grandes intervalos sem vento?
Um exemplo é o método hibrido adotado na inglaterra: pesquisas apontaram que nas estações sem vento, o clima é de sol predominante, e vice-versa (na época de chuvas, existe muito vento). A solução foi óbvia: Geração de energia por vento e solar se complementam, e quando esta sol (e sem vento) a energia solar suplementa o que a eólica não fornece e vice-versa. Também forma desenvolvidos vários métodos para se armazenar energia (a primeira coisa que vem a mente são baterias, mas todo mundo sabe que baterias não são tão eficientes: se paradas a energia "cai" sozinha, e com pouco tempo sua capacidade de retenção reduz. Vide a bateria de um lap-top, que mesmo sem ser usada esvazia em poucos dias, ou depois de alguns anos de uso, não conseguem ser recarregadas). Uma das mais criativas é a reserva hídrica: a energia excedende energiza bombas que jogam água para um reservatório alto, e quando é necessário energia extra, esta água é liberata fornecendo energia na forma de hidroelétrica.
De qualquer forma, o ponto é: Com pouco dinheiro você pode ter independência energética, não depender do sistema, e ainda economizar (e até ganhar) dinheiro no futuro. Respeitando a distância, se fossem instaladas 5 turbinas de última geraçãoo por exemplo na Beira-mar de Florianópolis, existiria 35Mw de energia disponível para a cidade: O suficiente para mais de 7000 casas/salas comerciais. Pode ser pouco (seriam necessárias cerca de 70.000 turbinas para dar energia para toda Florianópolis), mas isto certamente poderia, por exemplo, fornecer energia para toda iluminação pública. E se faltar luz, a iluminação pública, sinaleiras e quem sabe serviços básicos estão garantidos.
Em resumo:
Uma turbina de grande porte (100m de altura, 10~15m de diâmetro da hélice, não deve ficar menos de 200m de distância uma da outra) pode gerar 7Mw (~1200 casas)
Uma turbina de pequeno porte (10m de altura, diâmetro de 1m) pode facilmente gerar 10Kw (~2 casas)
Uma turbina portátil com menos de 1m de diâmetro, pode gerar 1kw. O suficiente para por exemplo manter 2 computadores ligados ;)
Todas o gasto é considerado nulo já que em menos de um ano a energia economizada paga a turbina.
(todas as informações e dados foram obtidos da wikipidia)
Com 15 anos de internet e mais algum tempo em BBS, aprendi algo que, hoje em dia, as pessoas já reparam rapidamente em poucos meses de uso na internet: A idade cronológica das pessoas não quer dizer absolutamente nada. Experiência, idade, tempo de serviço ou de uso de técnicas e recursos realmente não valem nada. Se na vida real as empresas também começam a notar que diploma, "papel" e cursos falham perante o profissionalismo e empenho real das pessoas, o mesmo pode ser dito para a responsabilidade e maturidade das pessoas tanto lidando em situações sociais, como em discussões ou áreas de conhecimento. A muito o infame Q.I. já é despresado e considerado um retrocesso (e tem empresa que usa e acha que quer dizer alguma coisa, vai entender).Números não querem dizer nada quando se trata de inteligência ou responsabilidade.
Profissionalmente, muitos programadores e analistas tem mais tempo de "serviço", ou "experiência", do que eu mesmo - e muitos tem práticas mediocres e perigosas em seu ramo de trabalho, trabalhando literalmente no mais fácil, no mais rápido, e porque não ser honesto: no que precisa pensar menos. São pessoas "experientes" que cometem erros básicos uma vez atrás da outra, cujo trabalho possui erros e imperfeições grotescas, mas que os clientes, sem poder ou entender o funcionamento interno do que comprou, não percebe. Torna-se "comum" que computadores tenham defeitos e sejam "difíceis" de usar, que produtos eletrônicos quebrem em 1 ano, que um site seja lento e sujeito a hackers (na verdade, script-kids) ... não é verdade. Um profissional responsável, que tem orgulho do que faz, sabe muito bem que tudo isto é fruto da mediocridade e preguiça dos pseudo-profissionais com anos e mais anos de experiência. São tantos anos de experiência anencéfala que até mesmo argumentos e opiniões para explicar porque algo deve ser feito assim ou assado falham e caem na desculpa comum: "mas eu tenho mais experiência, sei do que estou falando".
E a mediocridade impera.
Mas se isto já dificulta muito o ramo profissional, também não devemos esquecer que isto se aplica ainda mais no ramo social, nas interações entre pessoas, na forma como cada um age e vive. A muito tempo ignoro por completo contagens de "quantidade": idade, portfolio, quanto ganha (!?), quanto tempo estuda ou trabalha em algo... são medidas quantitativas que de nada implicam em qualidade, muito pelo contrário, quem mais se gaba de medidas quantitativas, provavelmente quer ocultar a falta de "dons" em termos qualitativos.
Pegue por exemplo julgar a opinião de pessoas a partir do quão são "conhecidas", de sua "idade", ou da quantidade de "diplomas" que ela tem em um assunto. Os super experientes técnicos diplomados com vários anos de prática que projetaram, construiram e programaram a bilionária sonda espacial Mars Surveyor '98 se confundiram com medidas métricas e britânicas, causando o software a fazer cálculos errados que fadaram a sonda a cair em Marte. Parabéns. Um responsável colegial poderia notar que estavam usando medidas conflitantes, mas o salto e arrogância de anos de experiência faz com que as pessoas se achem donas da verdade.
Uma das amostras mais comuns de como idade e mentalidade são completamente desconexas, são as redes sociais e foruns online: existem pessoas jovens, com seus 13 ou 14 anos, que se não disserem conseguem se passar facilmente por adultos cultos e respeitados (por mérito, pois assim o são). Pessoas que param para pensar, refletem no que vão dizer e fazer, reconhecem seus erros, respeitam aos outros. Por outro lado, existem muitos adultos para lá de seus 40 anos que agem como crianças mimadas, fazem birra, batem o pé no chão e reclamam de tudo; e pior, não sabem aceitar uma crítica construtiva. Outro exemplo? queria ganhar R$1 cada vez que alguem lê um texto meu e o menospreza por erros de português ... a lingua é só um meio de comunicação, o fim é se comunicar, não ganhar uma cadeira na Sociedade Brasileira de Letras. A lingua conhecida como a menos ambígua do mundo (e portanto a melhor para se expressar), se traduzida literalmente para o português, pareceria com um texto aborígene ... estou falando do Japonês! Temos muitos fracassos super educados que escrevem muito bem no mundo, mas quantas vezes o pobre analfabeto que passa na rua falou algo com muito mais profundidade?
Em uma das comunidades que frequento, confrontado com o fato de existirem crianças que agem com maturidade, ou adultos que são verdadeiras crianças, argumentaram que esta é uma "exceção" à regra ... mas eu me pergunto, que regra? desde quando é regra que um colegial seja menos capaz e informado que um adulto? desde quanto é regra que adultos são eloquentes e maduros? Eu realmente espero que isto não seja uma regra e sim uma infeliz coincidência do comodismo e ignorância (e falta de educação) que permeia o ser humano: Inteligência e maturidade não tem relação com "tempo de uso". Com a atitude certa, você pode fazer o que quizer com 13 anos de idade. Inteligente não é aquele que sabe ou que tem facilidade em aprender, mas sim aquele que sabe que não sabe, e tem a capacidade de procurar e aprender. Não adianda ter um super cérebro e não usá-lo.
Não amigos, um garoto de 14 anos que discute como "adulto" não é exceção à regra alguma, dizer que existe esta regra ja é aceitar um preconceito que não deveria existir. É como inventar as infames "quotas" para negros nas universidades ... quem nunca teve preconceito, agora tem.
A conclusão? não julgue o livro pela capa, e aprenda a julgar a partir do que a pessoa É, FAZ e DIZ, e não a partir de rótulos que a sociedade (ou o tempo, ou a aparência) colocam em sua testa.
Tenho 31 anos, curso superior, mestrado incompleto e trabalho na área que gosto desde que tenho 5 anos ..... E DAI?
A maioria das pessoas sofre de uma forma ou de outra de Assédio Moral no trabalho - é inevitável, o ambiente simplesmente acaba causando um ou outro evento que nem percebemos, ignoramos ou não damos bola. Até ai, não existe segredo, sempre existe um pouco de pressão no trabalho, faz parte.
O problema surge quando as coisas se transformam de uma eventual brincadeira inapropriada, para Assédio Moral direto. Pois fique sabendo: você pode processar sua empresa por Assédio Moral (perdas e danos morais), e ganhar na justiça vários direitos que seus empregadores não o oferecem e tentam negar usando de assédio. Mas não é só a falta de direitos que determina o que é Assédio Moral, mas sim a presença de um ambiente ruim de trabalho, onde você é pressionado mentalmente para fazer o que não gosta (ou o que gosta, mas que acaba ficando ruim), sendo humilhado, etc...
Então, afinal, o que é Assédio Moral?
Assédio Moral, em linhas gerais, é qualquer tipo de humilhação que você sofra no trabalho. Claro que não estou falando de alguem mandar você tirar a roupa e ficar de quatro! Humilhação abrange muitas coisas. Segundo o site www.assediomoral.org, a humilhação pode ser definida como: "É um sentimento de ser ofendido/a, menosprezado/a, rebaixado/a, inferiorizado/a, submetido/a, vexado/a, constrangido/a e ultrajado/a pelo outro/a. É sentir-se um ninguém, sem valor, inútil. Magoado/a, revoltado/a, perturbado/a, mortificado/a, traído/a, envergonhado/a, indignado/a e com raiva. A humilhação causa dor, tristeza e sofrimento."
Em suma, se seus superiores, colegas ou até subordinados causam situações que prejudiquem seu trabalho, tornando-o um peso e até fazendo você querer deixar o trabalho por causa da pressão, então você esta sofrendo Assédio Moral. O ambiente de trabalho, independente de pressões profissionais, deve ser tal que o empregado se sinta confortável em seu trabalho. Uma coisa é cobrar por um erro, um atrazo ou prazos, outra é exagerar, perseguir e até impor "regras" desumanas, abusar do poder de "ter seu emprego em suas mãos" para exigir mais do que você precisa fazer. Nestes tempos onde achar emprego é complicado, muito chefe engraçadinho acha que pode pisar nos funcionários só porque esta pagando.
O Assédio moral esta em vários lugares: controlar suas idas ao banheiro (como se você não fosse um ser humano que precisa), impor regras que não existem na legislação como "se você chegar 15 minutos atrazado, consideramos o dia perdido" (eu já trabalhei em um lugar assim!), ficar fazendo piadas constrangedoras só para pressionar, fazer pouco caso de seu trabalho, etc...
É claro que também temos que diferenciar o que é Assédio Moral do que é apenas amizade e um ambiente "amplamente" amigável: onde eu trabalho, por exemplo, estamos sempre fazendo piada um com os outros, algumas até pesadas. Tiramos sarro do erro dos outros, aprontamos como se estivessemos na escola - no entanto, é todos "contra" todos, com muita rizada. Não é questão de existir humilhação, mas sim brincadeira. Como diferenciar? bem simples: se você pode responder uma brincadeira com outra do mesmo nível, ou se você pode a qualquer momento pedir (e ser respeitado) para que parem, então são apenas brincadeiras. Se você não se sente confortável em participar/responder (ou pior, é reprimido se fizer), ou se depois de sofrer algum constragimento que pedir para não se repetir, ainda continuar acontecendo, então é Assédio Moral.
No fim das contas, podemos dizer que estas atitudes são Assédio Moral se tiverem algum fim obscuro: preconceitos, puxa-saco, puxa-tapete (o oposto de puxa-saco, apontar defeitos, falhar e humilhar para tentar desmoralizar os outros e impedir que eles tenham uma promoção que você almeja), tentar forçar o funcionário a mudar de área ou até pedir demissão (é muito mais lucrativo conseguirem fazer você pedir demissão, do que te demitirem sem justa causa).
Se o seu ambiente de trabalho não é agradável, e ainda por cima existem intrigas e você precisa estar sempre de olho para não ser prejudicado por ações alheias, cuidado! Assédio Moral é perigoso justamente porque funciona: humilha e denigre sua imagem, e mais comum do que parece, aqueles que o cometem conseguem seu objetivo sem "sujar as mãos". Se você sofre de Assédio Moral, levante a voz e cite estas duas palavrinhas na próxima vez, pois o chefe (ou quem for que seja) que esta fazendo algo de errado conscientemente sabe muito bem como pode se dar mau se você resolver procurar um advogado. Se chegar a este ponto, começe a anotar as ocorrências, grave mensagens e e-mails que contenham este tipo de conteúdo, e não se acanhe em preparar o material. Um processo na cabeça destes engraçadinhos vale muito mais do que você ter que pagar terapia para se livrar da pressão das intrigas no trabalho.
Os navegadores e seus grandes empresários vivem esbanjando razões para você usar este ou aquele navegador. Entrando no site de qualquer um, você geralmente encontra enormes "listas" de "razões" (ou recursos) para usar um navegador ou outro. No final, isto só serve mesmo para confundir o usuário. Alguns sites de navegadores afirmam que tem mais de 100 razões (em relação ao concorrente) para você usar.
Agora, pense rápido. Você consegue citar 10 boas razões para usar o navegador que você prefere em cima de outros? dificilmente. Imagine 100 ... haja besteira para ser inventada. Claro que sempre tem alguém que cai na conversa do lindo site. Mas afinal, o que realmente cada navegador tem a oferecer, o que realmente pesa na decisão, e enfim, quais os navegadores mais confiáveis ou com melhores recursos úteis para você? veja aqui uma comparação direta e compreensiva do que realmente importa.
Os parâmetros de comparação foram diretamente ao assunto: o que importa para o usuário final, o que importa quando navegando na internet. Não me importa se este navegador usa 5Mb a mais que o outro; não me importa que ele tem nota 94 no ACID3 e o outro tem nota 60 ... e sim se eles estão mostrando as páginas que eu uso direito!, não importa que ele tem 50 recursos retardados que ninguém usa e ainda fazem do navegador mais pesado, complicado e muitas vezes cheios de "exploits" para os hackers se divertirem (porque um navegador vem com E-mail, servidor de arquivos, troca de mensagens, servidor streaming online? o Opera esta indo no caminho da extinção que a Netscape teve).
Eis o que foi testado:
Velocidade de carregamento e navegação. Sem aqueles programinhas que me dão em milisegundos quanto tempo demora. O que importa é se eu tenho a sensação de que o navegador responde em tempo adequado. Do que me adianta o Safari abrir em 1s, se depois demoram 4s para a interface funcionar?
Uso de memória. Novamente sem detalhes, e vendo o uso geral do sistema. Geral, sim! pois alguns navegadores (consegue soletrar Chrome?) escondem o uso de memória em vários processos, alguns que nem mesmo ele mostra em seus "detalhes". O método usado aqui foi direto ao ponto: quanto de memória o sistema usava antes do navegador ser aberto, e depois - em cada página. Sem chance de "mentirinhas" e processos escondidos.
Compatiblidade HTML/CSS. Novamente, alguns navegadores arrotam que passam em testes "acadêmicos" como o ACID, mas não conseguem nem exibir a página mais simples sem problemas. O melhor jurado é o nosso olho! Visitei grandes sites e também alguns nem tão grandes, mas que usam vários recursos, e analisei se o navegador apresenta o site corretamente, sem erros, e todos os recursos funcionando. Para variar, os navegadores que mais se gabam de ter notas altas no ACID3 são os que se saíram pior.
Recursos úteis. Não estou nem ai para recursos únicos que nunca vou usar (ou tenho outros softwares que fazem a mesma coisa muito melhor). Se eu abro um NAVEGADOR, eu quero apenas NAVEGAR na internet, não quero conectar no MSN, no Twiteer, no diabo que os partam e ainda checar meu E-mail, apenas acessar SITES. Ou seja, navegadores com 100 recursos que não conseguem ver RSS perdem nota, navegadores sem nenhum recurso extra mas tem todos os básicos, ganham nota. Os recursos desejados aqui foram: Navegação privada, Arrastar/soltar abas para criar novas janelas, Bookmarks com thumbnails (e se permitem edição), busca direto na barra de localização, suporte transparente de RSS e recursos de RSS (filtragem). Isto no navegador SEM nenhum plugin/componente extra.
Manipulação geral. Alguns navegadores me impressionaram por pecar em pontos básicos, como a lógica de carregamento de páginas (o Opera por exemplo mostra a página assim que carrega o HTML, sem esperar carregar os estilos. O resultado é que sempre carrega a página bagunçada e depois "corrige", um processo que pode demorar se o site for grande ou a internet lenta), também alguns navegadores suportam vários recursos básicos, mas de forma lenta e inadequada, como Javascript lento. Também contei aqui como o navegador manipula os recursos do computador. Por exemplo, se eu abrir 10 abas e depois fechá-las, espera-se que ele LIBERE a memória ... alguns navegadores não o fazem.
Vamos ao veredito:
SAFARI (4.0.4)
Nota: 9.5 (uso melhor da memória e busca na barra de localização garantiriam um 10)
Obteve bom tempo de carregamento, apesar do primeiro load ser o mais lento se considerar o tempo que demora para ficar disponível. É interessante, mas a janela abre mais rápido do que os outros, mas fica "indisponível" por alguns segundos, acabando tendo um desempenho no máximo igual a qualquer outro navegador. É o famoso efeito "Windows", que joga o desktop na tela mas continua 2 minutos carregando drivers e programas. As páginas carregam de forma rápida e inteligente (css primeiro).
Obteve o pior desempenho de memória, desde a abertura. Não apresentou uma forma inteligente de controle de recursos: enquanto todos os outros navegadores, depois de vários minutos de uso, estavam usando cerca de 100Mb, o Safari chegou rapidamente aos 250Mb e não saiu deste valor até ser fechado.
Apresentou a melhor compatibilidade com HTML/CSS, apresentando todas as páginas e todos os recursos de forma correta. Páginas com css denso carregaram corretamente, páginas antigas só em tabela também, e páginas com vários recursos dinamicos se exibiram com graça. O mais bem colocado neste critério.
Em relação aos recursos, pecou apenas por não suportar busca direto na barra de localização, algo que a maioria dos navegadores já suporta (exceto o IE). Suporta todos os recursos citados na apresentação acima, com menção extra a grande quantidade de filtros e opções ao ver um RSS.
Finalmente, em uma menção final sobre segurança, como o Safari tem pouco mercado e uma plataforma totalmente diferente da usada pela maioria dos navegadores Windows (exceto seu clone, o Chrome), devemos lembrar que é um dos (se não o mais) mais seguros navegadores atuais. Tão seguro que chega a incomodar: páginas cujo certificado ssl sejam suspeitos ou vencidos (algo comum em sites menores) nem carregam, dando erro, enquanto outros navegadores oferecem a opção de "acessar mesmo assim" depois de um aviso.
Opera (10.10)
Nota: 3.0 (Nenhum critério atendido! só não levou uma nota menor por ter alguns recursos básicos e se comportar bem na memória)
O único ponto que o Opera se destacou foi o uso de memória e tempo de carregamento: não só foi o menor, como também apresentou certo nível de constância (não subiu muito depois de usado por muito tempo, apesar de não exibir comportamento de limpeza de memória como alguns outros navegadores).
Foi o pior, e de longe, em relação a compatibilidade HTML/CSS, falhando em várias páginas (chegando a não exibir áreas inteiras com CSS avançado), exibindo comportamentos inexperados em partes dinâmicas, e até erros básicos de apresentação. Outro ponto muito negativo é o modo totalmente primitivo com que ele lida com o carregamento das informações: ele mostra a página antes de carregaro css, apresentando a página "seca" (sem CSS) por vários segundos (se o CSS for grande ou a rede lenta) totalmente bagunçado antes de corrigir. Se você der azar e a conexão para pegar o style cair, ele fica lá, mostrando algo ininteligível até você recarregar. Muito precário.
Em relação a recursos, o Opera é no mínimo risível: ele oferece tantos recursos inúteis e pesados que você imagina se ele é um navegador ou um sistema operacional; tem até servidor de arquivos, streaming, cliente de troca de mensagens, e muitos outros. Claro que para usar qualquer um, você precisa ainda criar uma "conta" no Opera ... sem comentários. E para um navegador que tenta investir no que ele não é, faltaram recursos básicos: não tem navegação privada, o recurso de arrastar abas é confuso, a apresentação de RSS é estranha (em colunas? vai entender o que passa na cabeça dos desenvolvedores) e sem filtros. Deveriam focar nos recursos úteis antes de inventar besteira.
Do ponto de vista de segurança, é "confiável", mas não o utilizaria como principal navegador para acessar meu banco. Um passado de ligação com os engines do Internet Explorer, bugs estranhos até em recursos básicos e falta de suporte me parecem estranhos para alguém tentando "correr" atrás dos outros navegadores.
Firefox (3.5.5)
Nota: 9.0 (alguns recursos a mais e um engine mais leve cairiam bem)
O uso de memória do Firefox é bastante adequado e só perdeu, no total, para o Opera. Se ele até consome mais memória que o IE ou Chrome de início, ele faz um excelente uso desta memória pré-alocada, não apresenta picos (foi o que usou menos memória no momento de pico) e efetua limpeza e otimização da memória o tempo todo, mantendo portanto um uso bastante consciênte da memória. Infelizmente as versões até o momento são um pouco pesadas ao carregar, mas já apresenta grandes melhorias em relação a versões 3.x anteriores.
No aspecto de compatibilidade HTML/CSS, o Firefox mostrou ser bastante confiável, mas alguns problemas nas versões mais recentes em estilos com seletor o fazem pecar um pouco. Certamente um bug que será corrigido em breve, mas o fato deste bug estar presente a quase um mês sem solução coloca em dúvida a preocupação no assunto. Mesmo com este problema, ainda perde só para o Safari em compatibilidade.
Os recursos do Firefox poderiam ser um pouco melhores, ficando muito dependente da instalação de componentes, e ainda sofre de um problema chamado "arrogância": eles querem inventar, nunca copiar. Recursos que outros navegadores inventaram, e logo outros copiaram, ainda não viram as caras no Firefox. Excetuando-se a navegação privada que já chegou, quase todos os outros recursos ainda não tem tanta propagação: bookmarks com thumbnail, filtros no RSS, recursos de desenvolvedor direto no "pacote" seriam bem vindos. Nada que atrapalhe, no entanto.
Apesar do Firefox ser alvo de muitos hackers por ser já o segundo mais usado navegador, o tempo de resposta da equipe gera grande confiânca, colocando o Firefox entre os mais seguros navegadores atuais, competindo com o Safari pelo cargo do mais confiável ~ sendo que a razão da confiança é diferente entre os dois.
Internet Explorer (8.0)
Nota: 5.0 (ainda falta melhorar compatibilidade, adicionar recursos básicos, e encerrar a fama de "falha de segurança ambulante")
A alguns dias até poderia dar um 6.0, mas depois do escandalo envolvendo exploits em toda a família IE (6, 7 e 8) no hack da Google China, e pronunciamento de até governos contra o uso do IE por falta de segurança, é complicado confiar. Certamente o navegador menos confiável, não só da atualidade, mas a alguns anos já.
O carregamento e uso de memória é exemplar, comparável ao Firefox e Chrome. Nos valores absolutos, ainda perde para estes outros navegadores, mas apresentou-se bastante estável. A versão 64bits, no entanto, é atolada de bugs (e fazem 3 meses que tenho o Windows 7 e ainda não sairam atualizações ... sinistro). No entanto, bom uso de memória e recursos sempre foram marca registrada do IE, afinal, é o navegador da Microsoft - ou seja, do Windows.
Sem surpresa, apresenta problemas com compatibilidade HTML/CSS, mas o IE8 até que se saiu bem nos testes, apresentando só alguns erros básicos que poderiam até ser ignorados. Mesmo assim, o faz perder para todos os outros navegadores, exceto o Opera e seu amontoado de problemas.
Os recursos do IE 8.0 são interessantes, e claro que na maoiria copiados de outros navegadores. Mas estão quase todos lá. O que mais falta é a busca direto na barra de localização, e recursos de bookmark com thumbnails (que existe "parcialmente" em "guias rápidas", em que ele mostra as páginas abertas em forma de thumbnail... não sei porque alguém quer isso, já que pode usar a barra de tarefas do windows), possui um sistema bem completo de RSS (o colocando em segundo lugar, perdendo só para o Safari em relação a RSS), mas falha também na abordagem que dá para mover abas (você pode mover abas, mas só entre janelas do IE ... não da para arrastar uma aba fora do IE, causando uma nova janela a ser aberta, como é o caso do Firefox, Safari ou Chrome). Também tem um javascript bem lento, o que pode irritar em sites que usam DHTML.
Basicamente, é mediocre em quase tudo, mas somando-se o fato de ser um queijo suiço de falhas de segurança, não aconselhado. Para um gigante como a Microsoft, é impressionante que o Internet Explorer ainda esteja atraz de quase todos os rivais.
Chrome (3.0.195)
Nota: 9.0 (Ainda falta suporte a RSS, e reconquistar a confiança dos usuários)
Copia descarada do Safari (até as primeiras versões do 3.x, tinha até conflitos com o Safari pois se passava por ele), é extremamente semelhante em quase todos os recursos, inclusive até nos ícones e disposição geral da interface. Como a Google insiste em fazer software "Beta", se é para ter a cópia, prefira o original ... fique com o Safari. Mas vamos lá:
Um ótimo uso de memória coloca o Chrome como navegador mais leve a longo prazo (tem picos grandes, mas se recupera rápido). Também tem um bom tempo de carregamento, ficando com o Safari empatado em primeiro lugar neste critério.
A compatiblidade em HTML/CSS é exemplar, mas alguns pequenos pontos ainda apresentam problemas (o que é engraçado, já que o engine que ele usa é o mesmo do Safari). Para o usuário geral, pode-se considerar ele totalmente compatível, mas web-developers vão notar alguns pontos falhos até a versão atual. Finalmente o Chrome exibe o código fonte do que esta sendo apresentado, e não um "reload" quando você pede o código fonte ... isto irritava todo desenvolvedor até então.
Em relação a recursos, usa praticamente os mesmos que o Safari, mas não tem nenhum suporte a RSS, o que é uma grande decepção. Os thumbnails da guia rápida tem um comportamento um pouco diferente do Safari (menos recursos), mas ainda são bastante utilizáveis - pecando só no fato de não ter como remover temporariamente um thumbnail (se você remove, ele marca que não é para indexar ... depois só "recuperando" todos os sites para vê-los).
Em relação a segurança, até as versões iniciais 3.x o Chrome acabou ganhando fama de Spyware entre os desenvolvedores: dados de uso sendo enviados sem concentimento, serviço "Googleupdate" instalado sem permissão, e a interação irritante com o conclomerado "big-brother" Google fazem do mais cuidadoso usuário suspeitar um pouco se confia ou não no Chrome. Por hora, seria bom evitar utilizar o Chrome para tarefas que requerem maior segurança. As últimas versões parecem estar vindo sem todos estes softwares de "monitoramento" que a google jura que eram só para feedback automático (quando a MS inventou o Windows Update foi um escandalo, e não mandava nem metade das informações que o Chrome coleta, mas como não é MS, as pessoas perdoaram fácil. A Google ja esta ficando famosa por espionar e coletar informações, inclusive de forma confessa nas licensas de uso ... cuidado, o Big-Brother esta olhando)
Um ótimo navegador, se você não se preocupa com o conglomerado que centraliza informações do mundo todo!
Qual escolher?
Se você é um usuário casual da internet (como a maioria), o Safari ou Chrome são boas escolhas. Se você exige recursos mais avançados e um pouco mais de segurança, então a opção seria entre o Safari ou Firefox. Internet Explorer e Opera, nem pensar.